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Controle de pragas nas escolas

Controle de pragas nas escolas

Controle de pragas nas escolas, é sabido que desde pequenos, aprendemos que “Pragas urbanas são insetos e pequenos animais que se proliferam desordenadamente no ambiente das cidades e que oferecem risco à saúde humana. Os principais exemplos são: baratas, moscas, pernilongos, formigas, escorpiões, morcegos, ratos, pombos, caramujos, entre outros. Estes se encaixam na lista de animais sinantrópicos, expressão utilizada para designar animais que habitam locais próximos ao homem e se adaptam a viver junto deste”.

Esta lição levamos para casa, aprendendo para o resto da vida, também, sobre os diversos malefícios para a saúde que o convívio com esses invasores pode causar.

Controle de pragas nas escolas
controle de pragas em escolas

Manter o ambiente escolar agradável e seguro para seus alunos, professores e funcionários é de grande importância. Afinal, não tem nada mais desestimulante do que um ambiente mal higienizado e com pragas urbanas.

Para escolas, cursinhos e faculdades o controle integrado de pragas evita que baratas, ratos, e outros animais se instalem no pátio, salas de aula e cozinha das escolas. Quando o controle de pragas em escolas é realizado em locais onde há grande circulação de pessoas, a empresa contratada precisa tomar cuidados especiais. Isso porque crianças são mais suscetíveis a reações alérgicas quando em contato com produtos tóxicos.

Escolher uma empresa confiável para serviços de controle de pragas em escolas é um grande desafio para que o serviço não ofereça nenhum risco aos alunos, professores e servidores. Os métodos utilizados pela empresa especializada no controle de pragas em escolas devem ser extremamente seguros, pois se é necessário basear no uso correto de produtos que não agridem ao meio ambiente e ao ser humano, além de possuírem registro no Ministério da Saúde e as certificações necessárias pelos órgãos governamentais, seguindo as mais rigorosas normas de segurança impostas.

As escolas possuem lanchonetes, cozinhas e refeitórios que são semelhantes ao ambiente de restaurante, pois há grande movimentação de pessoas e manuseio de alimentos. Manter estes ambientes limpos, organizados, com lixeiras tampadas e infraestrutura adequada previnem a ocorrência de pragas como ratos, baratas, escorpiões, moscas e formigas. Já as salas de aula podem ser comparadas a um escritório, e todos esses locais precisam de dedetização.

Os produtos a serem utilizados para controle de pragas em escolas devem ser seguros e suas medias de segurança divulgadas para a escola evitando que após a aplicação ocorra intoxicações de cães, gatos e seres humanos. Somente as pragas urbanas deverão ser atingidas. Em caso de utilização de gel, a aplicação deverá ocorrer em locais específicos conforme a praga alvo.

Assim, como em qualquer outro ambiente, manter as pragas urbanas longe do convívio escolar resulta na escolha correta da empresa profissional e na tomada de medidas preventivas que ajudarão na manutenção do controle.

E falando em aprendizagem, o controle de pragas em escolas deve ser constante e com renovações periódicas, justamente para evitar acidentes e transmissão de doenças. A atenção deve ser intensificada se o público da escola for de crianças pequenas, já que elas são mais suscetíveis a alergias ou problemas respiratórios. E os cuidados necessários para preservar a saúde das pessoas que frequentam o local — bem como o impacto ao meio ambiente —. só quem pode dar conta é uma empresa especializada no serviço.

A Asseio Ambiental Dedetizadora e Desentupidora, tem atuado na área e possui mais de 30 anos de experiência, oferece produtos de qualidade e profissionais treinados para realizar procedimentos adequados e eficazes de de controle de pombos, ratos e cupins, de forma ecologicamente correta e sem oferecer riscos à saúde humana.

Qual é o melhor período para o controle de pragas em escolas?

Alguns tratamentos podem ser feitos após o horário de estudos, como a aplicação de inseticida em gel. Em outros, há necessidade de afastamento das pessoas. Por isso, converse com a controladora de pragas para deixar esses últimos para período como férias ou finais de semana.

O método de controle de pragas em escolas depende de alguns fatores, como se há uma infestação ativa ou quais são os elementos ameaçadores para a instituição. Isso deve ser analisado e orientado pelos técnicos especializados. Tenha uma empresa de confiança e com ampla experiência no assunto!

AS AÇÕES PREVENTIVAS de Controle de pragas nas escolas

A escola é um ambiente de grande rotatividade, em que há intensa movimentação de pessoas. Levando isso em consideração, gel, armadilhas luminosas e spray são algumas das opções recomendadas para combater baratas e formigas. Há também algumas ações específicas para o combate a escorpiões, traças, carrapatos, pulgas e aranhas.

O ideal para se planejar um trabalho de controle de pragas é adotar um calendário que não atrapalhe a rotina da escola. Sendo assim, o período de férias escolares é um dos mais recomendáveis. A Asseio Ambiental é especialista no controle de pragas urbanas. Conte conosco! 

Atendimento de Controle de pragas nas escolas

Cuidados na prevenção e no combate e Controle de pragas nas escolas deve ser constantes.

Por mais que as escolas cuidem de seu espaço interno, com bastante asseio, o ambiente urbano acaba criando ambientes propícios para a proliferação de diversas pragas, com suas ruas sujas, bueiros e redes de esgotos entupidos, além de terrenos baldios abandonados. Segundo Francisco José Zorzenon, biólogo e diretor técnico da Unidade Laboratorial de Referência em Pragas Urbanas, do Instituto Biológico de São Paulo,a prevenção e o Controle de pragas nas escolas urbanas dependem da limpeza e higienização constante dos ambientes da escola e de cuidados no armazenamento dos alimentos.

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Segundo Zorzenon, uma praga sobrevive quando existem no ambiente ou próximo a ele os chamados “4 A’s”; água, alimento, abrigo e acesso. Portanto, é necessário limpar sempre as áreas onde se manipulam e armazenam os alimentos, vedar as portas, janelas e forros, e manter tampados os vasos sanitários e os ralos, pois algumas dessas pragas transitam ou buscam por água na rede de esgoto.

Os alimentos devem ser mantidos embalados e guardados em armários ou prateleiras, evitando o contato com o chão, recomenda o biólogo. Quanto ao lixo, por sua vez, é preciso evitar o acúmulo, amarrar os sacos e tampar as lixeiras. Outro cuidado deve ser dispensado pelos mantenedores em torno das caixas d’água, que demandam limpeza periódica, com os reservatórios fechados e protegidos por tela, conforme estabelecem leis e normas específicas.

O biólogo destaca ainda a necessidade de se cuidar dos jardins e hortas, ambientes ideais para taturanas, lagartas, aranhas, besouros, escorpiões e formigas. Zorzenon recomenda vistoriar sempre os locais, mantê-los limpos, onde as folhas e restos vegetais poderão servir de adubo, porém, devem ser enterrados, recolhendo e descartando as folhas secas e gravetos. O diretor chama a atenção também para os tanques de areia, pois é comum gatos, ratos e pombos depositarem suas fezes nesses locais.

O ideal é que o tanque seja mantido coberto por lona ou plástico quando não estiver em uso e, quanto à areia, ser limpa e esterilizada periodicamente, por empresa especializada, a qual fará a aplicação de produtos específicos para este fim como Controle de pragas nas escolas.

E a partir do momento em que for detectada a presença de alguma praga, os procedimentos de combate a Controle de pragas nas escolas passam a exigir outros cuidados. Neste caso, segundo Marcos Gennaro, diretor técnico e científico da Associação dos Controladores de Pragas Urbanas (APRAG), é fundamental que a mantenedora contrate empresa idônea, com registro na Vigilância Sanitária. E que a prestadora do serviço realize vistoria do local para que o seu técnico decida o tipo de intervenção mais apropriada, sabendo que se trata de uma instituição de ensino, onde circulam, principalmente, crianças e jovens.

Gennaro ressalta ainda que o orçamento deve incluir os produtos a serem utilizados, sua classe toxicológica e o número de registro do produto no Ministério da Saúde. Por outro lado, o diretor alerta que há empresas que utilizam produtos clandestinos ou de uso agrícola, proibidos em áreas urbanas. Para o presidente da APRAG, o engenheiro agrônomo Carlos Massaru Watanabe, outro problema está relacionado a empresas que prometem garantias longas, com as quais não poderão cumprir. No caso de uma desinsetização, o prazo pode variar de um a três meses e, para o tratamento de cupins, de um a dois anos, alerta.

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